March 2012
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Mar 31st
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“Eu não sei o que fazer. Quero te deixar viver, quero me deixar viver. Mesmo. Sinto falta de ser feliz, mas tem alguma coisa que me impede de ser novamente. Olha, aqui é o único lugar que me sinto a vontade para me expressar, mas sei que devo parar de escrever aqui. Então, aqui vai, o último. Bom, me desculpe pelo o que eu fiz, por ter feito isso com a gente, tu não sabes o quanto eu sinto...
Mar 29th
Mar 28th
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Eu volto há tanto tempo e cada vez Parece que o meu tempo não passou Eu não encontro nada que me dê motivo Outra vez pra procurar o que sobrou Eu vivo condenado e sem saída De um passado que parece não ter fim Você não sabe de mim  - Fresno 
Mar 28th
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Mar 28th
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Mar 28th
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Mar 27th
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Nos misturamos confusos, sem nos olhar nos olhos. Evitamos nos encarar — por que sentimos vergonha ou piedade ou uma compreensão sangrenta do que somos e do que tudo é? —, mas, quando os olhos de um esbarram nos olhos do outro, são de criança assustada esses olhos. Cão batido, rabo  entre as pernas. (Caio Fernando Abreu. Garopaba, mon amour, in: Pedras de Calcutá)
Mar 24th
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Mar 24th
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Mar 23rd
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“E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade.”
– Caio Fernando Abreu 
Mar 23rd
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Mar 21st
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Mar 21st
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Mar 20th
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Mar 20th
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Mar 20th
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Mar 20th
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Mar 19th
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Mar 19th
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Mar 19th
Mar 16th
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Mar 14th
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Mar 14th
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Mar 14th
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Mar 14th
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Mar 13th
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Mar 13th
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Mar 10th
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Mar 10th
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Mar 10th
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Mar 7th
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Mar 7th
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Mar 7th
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Mar 5th
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Mar 5th
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Mar 5th
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Mar 4th
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Mar 3rd
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Mar 3rd